{"id":2735,"date":"2018-09-20T10:07:52","date_gmt":"2018-09-20T13:07:52","guid":{"rendered":"https:\/\/sunergia.com.br\/blog\/?p=2735"},"modified":"2018-09-20T10:07:52","modified_gmt":"2018-09-20T13:07:52","slug":"geracao-distribuida-solar-fotovoltaica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sunergia.com.br\/blog\/geracao-distribuida-solar-fotovoltaica\/","title":{"rendered":"Gera\u00e7\u00e3o Distribu\u00edda Solar Fotovoltaica"},"content":{"rendered":"

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Gera\u00e7\u00e3o distribu\u00edda solar fotovoltaica, competividade e efici\u00eancia para a matriz energ\u00e9tica no Brasil.<\/h4>\n

O n\u00famero de conex\u00f5es de micro e minigera\u00e7\u00e3o de energia chegou a mais de 20 mil instala\u00e7\u00f5es, com atendimento a 30 mil unidades consumidoras, o que representa uma pot\u00eancia instalada de 247,30 MW suficiente para atender 367 mil resid\u00eancias.<\/p>\n

A\u00a0classe\u00a0de consumo residencial<\/a> \u00e9 respons\u00e1vel por 58,71% de conex\u00f5es, seguida da classe comercial com 35,25% das instala\u00e7\u00f5es.<\/p>\n

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A fonte mais utilizada pelos consumidores-geradores \u00e9 a solar com 20.666 ades\u00f5es, seguida de termel\u00e9trica a biomassa ou biog\u00e1s, com 76 instala\u00e7\u00f5es.<\/p>\n

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Minas Gerais permanece como o estado com mais conex\u00f5es (4.484), seguido de S\u00e3o Paulo (4.038) e Rio Grande do Sul (2.497),\u00a0fazem parte dos 22 que aderiram ao conv\u00eanio com o Confaz (Conselho Nacional de Pol\u00edtica Fazend\u00e1ria), que isenta o pagamento de ICMS sobre o excedente de energia el\u00e9trica produzida pelos sistemas de gera\u00e7\u00e3o distribu\u00edda. Ele se tornou poss\u00edvel apenas em 2012, quando a Aneel permitiu ao consumidor instalar pequenos geradores em sua unidade consumidora e trocar energia com a distribuidora local.<\/p>\n

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A gera\u00e7\u00e3o de energia pelos pr\u00f3prios consumidores tornou-se poss\u00edvel a partir da Resolu\u00e7\u00e3o Normativa ANEEL n\u00ba 482\/2012. A norma estabelece as condi\u00e7\u00f5es gerais para o acesso de micro e minigera\u00e7\u00e3o aos sistemas de distribui\u00e7\u00e3o de energia el\u00e9trica e cria o sistema de compensa\u00e7\u00e3o de energia el\u00e9trica, que permite ao consumidor instalar pequenos geradores em sua unidade consumidora e trocar energia com a distribuidora local.<\/p>\n

A resolu\u00e7\u00e3o autoriza o uso de qualquer fonte renov\u00e1vel, al\u00e9m da cogera\u00e7\u00e3o qualificada, denominando-se microgera\u00e7\u00e3o distribu\u00edda a central geradora com pot\u00eancia instalada de at\u00e9 75 quilowatts (kW) e minigera\u00e7\u00e3o distribu\u00edda – aquela com pot\u00eancia acima de 75 kW e menor ou igual a 5 MW, conectadas \u00e0 rede de distribui\u00e7\u00e3o por meio de instala\u00e7\u00f5es de unidades consumidoras.<\/p>\n

Quando a quantidade de energia gerada em determinado m\u00eas for superior \u00e0 energia consumida naquele per\u00edodo, o consumidor fica com cr\u00e9ditos que podem ser utilizados para diminuir a fatura dos meses seguintes. O prazo de validade dos cr\u00e9ditos \u00e9 de 60 meses e eles podem ser usados tamb\u00e9m para abater o consumo de unidades consumidoras do mesmo titular situadas em outro local, desde que na \u00e1rea de atendimento de uma mesma distribuidora. Esse tipo de utiliza\u00e7\u00e3o dos cr\u00e9ditos \u00e9 chamado de \u201cautoconsumo remoto\u201d.<\/p>\n

No caso de condom\u00ednios (empreendimentos de m\u00faltiplas unidades consumidoras), a energia gerada pode ser repartida entre os cond\u00f4minos em porcentagens definidas pelos pr\u00f3prios consumidores. Existe ainda a figura da \u201cgera\u00e7\u00e3o compartilhada\u201d, que possibilita diversos interessados se unirem em um cons\u00f3rcio ou em uma cooperativa, instalarem uma micro ou minigera\u00e7\u00e3o distribu\u00edda e utilizarem a energia gerada para redu\u00e7\u00e3o das faturas dos consorciados ou cooperados.<\/p>\n

O consumo residencial \u00e9 respons\u00e1vel por quase 60%<\/a> das conex\u00f5es; j\u00e1 a classe comercial tem 35% delas.<\/p>\n

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A isen\u00e7\u00e3o vale para qualquer fonte renov\u00e1vel que gere at\u00e9 75 kW (microgera\u00e7\u00e3o) ou at\u00e9 5 MW (minigera\u00e7\u00e3o). Quando a energia gerada em um m\u00eas for superior \u00e0 consumida, o consumidor fica com cr\u00e9ditos (que valem por cinco anos) para abater da fatura dos meses seguintes.<\/p>\n

Mudan\u00e7a de l\u00f3gica<\/h4>\n

O \u00faltimo [R]evolu\u00e7\u00e3o Energ\u00e9tica, estudo publicado em 2016 pelo Greenpeace Brasil, que mostra o pa\u00eds com 100% de participa\u00e7\u00e3o de fontes renov\u00e1veis em sua matriz at\u00e9 2050, j\u00e1 apontava a mudan\u00e7a de l\u00f3gica na atual produ\u00e7\u00e3o, com os consumidores produzindo a pr\u00f3pria energia a partir de pain\u00e9is fotovoltaicos. Na \u00e9poca, eram menos de 3 mil conex\u00f5es.<\/p>\n

Principais Incentivos no Brasil<\/h4>\n

No Brasil existe o interesse em estimular o mercado de sistemas fotovoltaicos, como isen\u00e7\u00e3o de alguns impostos e apoios de financiamentos de projeto.<\/p>\n